Prova
38 perguntas viram três prioridades
Não quarenta páginas.
Por Alisson Santos, fundador da Autark · 1 min de leitura
Diagnóstico de gestão costuma terminar num relatório de 40 páginas que ninguém lê. O dono responde tudo, recebe um PDF gigante e continua sem saber o que fazer na segunda-feira.
Esse sistema faz o contrário. São 38 perguntas, e o que sai do outro lado é nota por pilar, estágio de maturidade e no máximo três prioridades de ação.
O motor por trás não é uma soma de pontos. Cada resposta vira um sinal, os sinais se agrupam em problemas, e o sistema escolhe qual problema atacar primeiro. Tem até uma regra de coexistência: ele não recomenda dois temas que se apoiam na mesma evidência, porque isso seria contar o mesmo problema duas vezes e ocupar duas das três vagas.
Três prioridades, não trinta. Porque quem toca uma operação familiar no agronegócio não vai executar trinta coisas — vai executar duas ou três, e precisa que sejam as certas.
O mesmo relatório sai em três formatos: na tela, em PDF e por e-mail.
Ficha da nota5 partes
O problema do diagnóstico comum
O dono responde tudo e recebe um PDF que ninguém lê.
E continua sem saber o que fazer na segunda-feira.
O que sai desse aqui
- Nota por pilar
- Estágio de maturidade
- No máximo três prioridades de ação
Não é soma de pontos
Cada resposta vira um sinal. Os sinais se agrupam em problemas. O motor escolhe qual problema atacar primeiro.
É a diferença entre medir e recomendar.
A regra que quase ninguém pensa
O sistema não recomenda dois temas que se apoiam na mesma evidência.
Seria contar o mesmo problema duas vezes e gastar duas das três vagas com uma coisa só.
Por que três
Quem toca uma operação familiar não vai executar trinta coisas.
Vai executar duas ou três. Elas precisam ser as certas.