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As cinco perguntas que eu faço antes de falar preço
Úteis mesmo que você nunca me contrate.
Por Alisson Santos, fundador da Autark · 2 min de leitura
Quando alguém me pergunta "quanto custa um sistema?", eu não respondo com um número. Respondo com cinco perguntas — e elas são úteis mesmo que você nunca me contrate.
1. Qual resultado de negócio isso precisa gerar? Não o que construir: o que mudar. "Encher a agenda de terça" é resposta. "Um app" não é.
2. Quanto custa hoje ficar como está? Horas da equipe, venda perdida, cliente que sumiu. Sem esse número, não dá pra saber se o sistema se paga.
3. Quem vai usar isso todo dia? Se a pessoa que vai operar não estiver na conversa, o sistema vai nascer errado.
4. O que já existe e precisa continuar funcionando? ERP, planilha, catálogo, impressora do balcão. Integrar é mais barato que substituir.
5. O que acontece se der errado? Pedido duplicado, cobrança errada, dado vazado. Isso decide quanto teste o projeto precisa.
Só depois disso é que sai escopo, prazo e valor por escrito.
Ficha da nota5 partes
1. qual resultado isso precisa gerar
Não *o que construir* — o que mudar.
"Encher a agenda de terça" é uma resposta. "Um aplicativo" não é: é um meio procurando um fim.
2. quanto custa ficar como está
Horas da equipe, venda perdida, cliente que sumiu.
Sem esse número, ninguém consegue dizer se o sistema se paga — nem eu, nem você.
3. quem vai usar isso todo dia
Se a pessoa que vai operar não estiver na conversa, o sistema nasce errado.
Quem decide a compra raramente é quem aperta o botão às sete da manhã.
4. o que já existe e precisa continuar
ERP, planilha, catálogo, a impressora do balcão.
Integrar costuma ser mais barato que substituir — e muito menos arriscado.
5. o que acontece se der errado
Pedido duplicado. Cobrança errada. Dado vazado.
A resposta decide quanto teste o projeto precisa. É aqui que se define o preço de verdade.