Como funciona
Delivery pelo WhatsApp sem depender de app de entrega
O pedido chega pronto na cozinha.
Por Alisson Santos, fundador da Autark · 2 min de leitura
Supermercado e restaurante de bairro já vendem pelo WhatsApp. O problema é o que acontece depois da mensagem: alguém lê, anota no papel, confere o preço, calcula a taxa e leva o pedido até a cozinha.
Um delivery próprio faz esse caminho sozinho. O cliente escolhe no catálogo, o sistema calcula a taxa pelo bairro, fecha o total e manda o pedido pronto para a impressora do balcão. Ninguém digita nada duas vezes.
Na Bia, o delivery que eu construí para um supermercado de bairro, o catálogo veio direto do ERP da loja: 6.438 produtos, sem cadastrar um por um. Preço e taxa são recalculados no servidor, então ninguém muda o valor pelo navegador. O cupom sai na impressora que a loja já tinha, e 487 testes automáticos conferem as regras a cada mudança.
O cliente pode pedir pela loja web, pelo Telegram ou pelo WhatsApp, e os três caem no mesmo sistema. Quando o WhatsApp da loja precisou sair do projeto, a venda seguiu pelos outros canais sem mudar regra nenhuma.
E tem um detalhe que pesa com o tempo: pedido feito no seu canal fica com você. O cadastro e o histórico de cada cliente são da loja.
Ficha da nota4 partes
O caminho de hoje
Alguém lê a mensagem, anota no papel, confere o preço, calcula a taxa e leva o pedido até a cozinha.
Cada passo é uma chance de erro.
O caminho com sistema
- Catálogo importado do ERP
- Taxa calculada pelo bairro
- Total fechado no servidor
- Cupom na impressora do balcão
Na Bia
6.438
produtos vieram do ERP da loja, sem cadastro manual. E 487 testes automáticos conferem as regras a cada mudança.
Três canais, um sistema
Loja web, Telegram e WhatsApp caem no mesmo lugar.
Quando o WhatsApp da loja saiu do projeto, a venda seguiu pelos outros canais.